... que pelo simples facto
de existirem,
fazem com que
a vida
seja maravilhosa...
domingo, 27 de janeiro de 2008
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
O Segredo ...
... está dentro de nós.
Hoje, sei
que tudo o que tenho,
é o que me faz Feliz.
Porque,
a felicidade,
está dentro de mim,
e não nos outros.
Hoje, sei
que tudo o que tenho,
é o que me faz Feliz.
Porque,
a felicidade,
está dentro de mim,
e não nos outros.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Ouvir...
... um gosto muito de ti,
amo-te muito,
adoro-te,
é como uma boa música
para os ouvidos.
O que é estranho, é ouvi-lo
e as acções ...
demonstrarem o contrário.
Afinal,
o que valem as palavras,
se não são sentidas?
amo-te muito,
adoro-te,
é como uma boa música
para os ouvidos.
O que é estranho, é ouvi-lo
e as acções ...
demonstrarem o contrário.
Afinal,
o que valem as palavras,
se não são sentidas?
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Ano Novo,
Vida Nova.
É usual ouvirmos, vezes sem conta, esta frase nesta época.
Eu, por mim, sei que terei que ter uma vida nova.
Sei que tenho que seguir o meu caminho, sem olhar para o que ficou no passado.
O passado é passado.
Tudo o que fiz, de certo ou errado, agora já não é importante.
O meu único desejo, quando deram as doze badaladas, foi ter força para conseguir educar e acompanhar as minhas lindas meninas.
Sei que tenho uma tarefa árdua, pela frente, mas também sei, que elas serão sempre o MAIS IMPORTANTE da minha vida.
Estarei sempre aqui, para lhes dar o Amor de Mãe.
Estarei sempre aqui, para lhes dar um beijo de boa noite e outro de bom dia.
Estarei sempre aqui, para as apoiar e ajudar a encontrar o que de melhor tem a vida.
Estarei sempre aqui, para simplesmente ser MÃE (até que o meu coração deixe de bater).
Nunca sabemos o que o futuro nos reserva.
Quando fazemos uma escolha, pensamos sempre que essa é a melhor.
Mas, ás vezes não é.
Ás vezes as tempestades surgem no nosso caminho, e temos que nos desviar para fugir dela, ou então, vamos de encontro a ela, e passamos-lhe á frente.
Nos últimos dois anos, tive a maior tempestade da minha vida.
Mas, estou aqui, porque lhe fiz frente.
E se alguns raios me atingiram, foi para me dar forças, para continuar.
O meu lema, daqui para a frente é continuar, continuar, continuar...
É usual ouvirmos, vezes sem conta, esta frase nesta época.
Eu, por mim, sei que terei que ter uma vida nova.
Sei que tenho que seguir o meu caminho, sem olhar para o que ficou no passado.
O passado é passado.
Tudo o que fiz, de certo ou errado, agora já não é importante.
O meu único desejo, quando deram as doze badaladas, foi ter força para conseguir educar e acompanhar as minhas lindas meninas.
Sei que tenho uma tarefa árdua, pela frente, mas também sei, que elas serão sempre o MAIS IMPORTANTE da minha vida.
Estarei sempre aqui, para lhes dar o Amor de Mãe.
Estarei sempre aqui, para lhes dar um beijo de boa noite e outro de bom dia.
Estarei sempre aqui, para as apoiar e ajudar a encontrar o que de melhor tem a vida.
Estarei sempre aqui, para simplesmente ser MÃE (até que o meu coração deixe de bater).
Nunca sabemos o que o futuro nos reserva.
Quando fazemos uma escolha, pensamos sempre que essa é a melhor.
Mas, ás vezes não é.
Ás vezes as tempestades surgem no nosso caminho, e temos que nos desviar para fugir dela, ou então, vamos de encontro a ela, e passamos-lhe á frente.
Nos últimos dois anos, tive a maior tempestade da minha vida.
Mas, estou aqui, porque lhe fiz frente.
E se alguns raios me atingiram, foi para me dar forças, para continuar.
O meu lema, daqui para a frente é continuar, continuar, continuar...
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Lembro-me de gostar ...
... da magia do Natal.
Lembro-me de ir ao musgo, para fazer o presépio.
Lembro-me da árvore, ser enfeitada com muita alegria.
Lembro-me dos jantares, na noite de consoada,
serem divertidissimos.
Lembro-me da minha mãe, na cozinha,
a cozinhar o bacalhau, as rabanadas,
os bilharacos, os sonhos, etc, e nós a fazermos
assaltos ás travessas...
Lembro-me da expectativa da abertura dos presentes...
Mas, actualmente, o Natal, como eu conhecia, perdeu a sua magia.
Começamos por ver enfeites com meses de antecedência, o que nos faz, ficar fartos deles.
Verificamos que as pessoas correm para os centros comerciais, para comprar, comprar, comprar...
O Natal está transformado num consumismo...
E para combater isto, este ano decidi que só as crianças
serão merecedoras de presentes.
Lembro-me de ir ao musgo, para fazer o presépio.
Lembro-me da árvore, ser enfeitada com muita alegria.
Lembro-me dos jantares, na noite de consoada,
serem divertidissimos.
Lembro-me da minha mãe, na cozinha,
a cozinhar o bacalhau, as rabanadas,
os bilharacos, os sonhos, etc, e nós a fazermos
assaltos ás travessas...
Lembro-me da expectativa da abertura dos presentes...
Mas, actualmente, o Natal, como eu conhecia, perdeu a sua magia.
Começamos por ver enfeites com meses de antecedência, o que nos faz, ficar fartos deles.
Verificamos que as pessoas correm para os centros comerciais, para comprar, comprar, comprar...
O Natal está transformado num consumismo...
E para combater isto, este ano decidi que só as crianças
serão merecedoras de presentes.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
"Prontos", então não é uma telenovela
Objectos valiosos.
Pensava nisso, e lembrava-se que afinal, não eram os objectos que eram importantes, mas sim o momento em que os tinham comprado. A cumplicidade que existia, entre os dois, nas suas idas ás feiras de velharias.
Mas, tinha ido para a cabana, para pensar no que faria, depois de ter visto o que viu, e os seus pensamentos eram sobre tudo e sobre nada.
Tinha que repousar. Tinha que pensar no que fazer. Mas, desta vez a sua mente, estava um turbilhão. E a paz, que pensou encontrar ali, não se encontrava lá.
Fez o jantar para se distrair com algo. E agora que estava sentado à mesa, olhava para a comida e não conseguia mastigar. Sentia-se enojado. Só de pensar, que a sua mulher poderia, neste instante, estar nos braços de outro homem, a ter prazer, a sorrir, a brincar com outro dava-lhe vómitos. Não conseguiu comer.
Decidiu levantar-se e ir passear, talvez o ar frio da noite o ajudasse.
Agora continuas tu : moonwalker
Pensava nisso, e lembrava-se que afinal, não eram os objectos que eram importantes, mas sim o momento em que os tinham comprado. A cumplicidade que existia, entre os dois, nas suas idas ás feiras de velharias.
Mas, tinha ido para a cabana, para pensar no que faria, depois de ter visto o que viu, e os seus pensamentos eram sobre tudo e sobre nada.
Tinha que repousar. Tinha que pensar no que fazer. Mas, desta vez a sua mente, estava um turbilhão. E a paz, que pensou encontrar ali, não se encontrava lá.
Fez o jantar para se distrair com algo. E agora que estava sentado à mesa, olhava para a comida e não conseguia mastigar. Sentia-se enojado. Só de pensar, que a sua mulher poderia, neste instante, estar nos braços de outro homem, a ter prazer, a sorrir, a brincar com outro dava-lhe vómitos. Não conseguiu comer.
Decidiu levantar-se e ir passear, talvez o ar frio da noite o ajudasse.
Agora continuas tu : moonwalker
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
O dia...
... amanheceu com o sol a brilhar.
Olhou por entre as vidraças, e pensou:
"Que belo dia"
Mas, quando abriu a janela,
um frio gélido
bateu-lhe na cara.
Precisou desse toque,
para despertar...
e apercebeu-se
que o frio não era só lá fora.
Dentro de si,
uma repulsa enorme
surgia vinda do nada.
Dentro de si,
um ódio crescia,
com uma intensidade,
que ela desconhecia.
Dentro de si,
uma raiva, um desgosto,
uma aversão, um rancor profundo,
nasciam para lhe dar forças
para atingir o seu objectivo:
O DESPREZO !
Olhou por entre as vidraças, e pensou:
"Que belo dia"
Mas, quando abriu a janela,
um frio gélido
bateu-lhe na cara.
Precisou desse toque,
para despertar...
e apercebeu-se
que o frio não era só lá fora.
Dentro de si,
uma repulsa enorme
surgia vinda do nada.
Dentro de si,
um ódio crescia,
com uma intensidade,
que ela desconhecia.
Dentro de si,
uma raiva, um desgosto,
uma aversão, um rancor profundo,
nasciam para lhe dar forças
para atingir o seu objectivo:
O DESPREZO !
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